terça-feira, 8 de março de 2016

Ser em amor

Vivemos em um mundo onde a procura pela experiência do amor está registrada em toda a nossa construção literária, nas produções cinematográficas e demais mídias da atualidade; o amor é bem requisitado nos nossos discursos sociais e solenidades. Afinal, quem não busca viver tal experiência?


A ideia do amor no formato romântico tende a ser ditatorial para a vivencia emocional do ocidental, todas as construções ideológicas sobre a plenitude do ser parecem como que fincados nas raízes do romance; se obtivermos outras experiências que fogem do campo da intensidade e da sensação avassaladora que nos arrebata da vida quotidiana, não nomeamos amor. A psicanálise apresenta uma proposta de saúde através do amor, assim, está além do sentir no caminho em busca da capacidade de ser em amor. 
O ser em amor só pode ser pleno em sua existência quando se é amado, portanto, a figura materna é de extrema importância no discurso psicanalítico, afinal, é a primeira pessoa com quem o bebê se relaciona na mais tenra idade; e essas experiências alicerçam nossa estrutura emocional para a toda a vida.


Sigmund Freud (1856-1939)
Na mitologia grega, o deus Eros tem a finalidade de unir homens e mulheres de tal forma que nem Zeus consegue resistir as suas flechas enfeitiçadas de amor, em contraposição à união, Tânatos o deus da morte causa a separação, o fim do ciclo vital.
Sigmund Freud (1856-1939) traz o mito de Eros e Tânatos para a compreensão das pulsões do aparelho psíquico, hora a energia psíquica segue em direção ao outro, hora ela volta em direção a si próprio. 






Psicoterapeuta
luana.farias2010@bol.com.br

2 comentários:

  1. Belo texto querida amiga Luana. Fico feliz de compartilhar esse grupo de estudo assim como a graduação e toda nossa experiência vinculativa. Você sempre muito clara e adjetiva com seus textos e oralidade e claro! Tinha que falar sobre "amor". Grande beijo.

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  2. Belo texto querida amiga Luana. Fico feliz de compartilhar esse grupo de estudo assim como a graduação e toda nossa experiência vinculativa. Você sempre muito clara e adjetiva com seus textos e oralidade e claro! Tinha que falar sobre "amor". Grande beijo.

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